Divaganços sobre Craftivismo: reflexões e inspirações partilhadas @DialogueCafé

Colectivo Metamorfilia_Craftivismo-DialogueCaféO evento do Dialogue Café sobre Craftivismo decorreu esta quinta-feira, e estou a processar tudo aquilo de que falámos. Aqui ficam alguns apontamentos com a intenção de despejar e continuar a minha própria reflexão, e também com a intenção de abrir um espaço (ou ajudar a manter aberto o espaço criado pelo evento) para que a conversa se prolongue, alargue e aprofunde. Podem encontrar o vídeo aqui e a página do evento aqui e aqui.

Foram pouco mais de duas horas, mas o assunto é imenso, e podia estender-se por muitas mais. Ou melhor: esta é uma discussão que importa manter e alimentar continuamente, porque há que cultivar uma atitude de questionamento e reflexão constantes, enquanto deitamos mãos à obra e procuramos a melhor forma de traduzir a teoria na prática.

Aqui faço apenas alguns destaques pessoais, mas convido todas as pessoas que participaram, e todas as que queiram participar, a contribuir com as suas próprias reflexões.

I. Sobre o conceito de Craftivismo: o que é, como se define, a que se refere?

O consenso geral é que não é fácil ou mesmo possível encontrar uma definição estanque. O facto de se adoptar um termo específico leva-nos a questionar se uma determinada expressão encaixa realmente no conceito. Como apontou a Teresa Carvalheira, presente como representante do movimento Fashion Revolution Portugal, podemos questionar-nos como se distingue um “crafter” de um “craft artist”, e até de um “craftivist”, claro.

O simples facto de colocarmos questões sobre os termos que escolhemos usar, tem valor por si só independentemente de chegarmos ou não a respostas conclusivas, e no que toca a artes *&* ofícios, esta discussão promete não chegar ao fim. Em relação ao “craftivismo” em concreto, diria que, mais do que encaixar ou não numa qualquer definição, vale a pena pensar sobre o que é que a abordagem do Craftivismo inspira. Que tipo de iniciativas, atitudes e soluções inspira no sentido de contribuir para uma mudança positiva na sociedade, a nível político ou económico, na cultura e nas mentalidades, na forma como nos relacionamos e interagimos com o mundo.

Não me parece que seja fundamental estabelecer uma lista de critérios que uma qualquer expressão tenha que preencher para ser considerada craftivista. Ou que seja sequer importante atribuir este rótulo, agora que falamos nisso… Talvez seja por este motivo que, ao invés de “listas de critérios”, encontramos isso sim “manifestos” que dão linhas orientadoras sobre o espírito, a intenção e o objectivo desta prática. Os exemplos mais notórios serão o “The craftivism manifesto” e o “A Craftivist’s Manifesto”.

Como com praticamente tudo o que é vocábulo e o conceito a que este procura dar forma, “craftivismo” é um auxiliar de conversação, digamos: uma muleta que serve de ponto de referência comum para identificar aquilo de que se está a falar, e assim facilitar a comunicação. É para isto que as palavras servem, e embora seja difícil, temos que fazer um esforço consciente para não nos deixarmos constranger pela terminologia e pela interpretação que cada um faz dela, nem a nós nem aos outros. A ideia é incluir e não excluir, diversificar e não homogeneizar, alargar horizontes e não entrincheirar perspectivas. Diria que a ideia é abrir espaço para que cada um possa entrar, pegar no espírito que lhe serve de base, torná-la sua, e concretizá-la da forma mais consequente, eficaz e genuína possível.

II. Sobre a forma como o Craftivismo pode ser usado para potenciar e concretizar transformações positivas efectivas.

Esta é uma das minhas principais preocupações. Um dos dilemas ou desafios que me faz pensar e hesitar mais, por vários motivos.

Um dos meus receios é o da minha prática craftivista, qualquer que ela seja ou venha a ser, não passe de um exercício fútil e inconsequente. Para o evitar – aceitando logo à partida que se vão cometer erros até acertar o passo, – importa não só mobilizar as pessoas para que haja massa crítica, mas também associar a acção a um objectivo concreto e estratégico.

Tomando o livro How To Be a Craftivist: the art of gentle protest da Sarah Corbett como guia, e dito de forma muito sintética, existem três grandes áreas de intervenção no activismo: uma primeira focada em acudir a necessidades urgentes, imediatas, para aliviar uma determinada situação de carência, calamidade, injustiça; uma segunda concentrada em consciencializar as pessoas e mobilizá-las para provocar alterações nas atitudes, mentalidades e políticas que estão na origem dessas situações; e uma terceira, dedicada ao desenvolvimento de alternativas, que criem condições para diminuir gradualmente e erradicar a necessidade dos dois tipos de acção anteriores.

No meu caso em particular, quero concentrar-me nos dois últimos pontos: potenciar a consciencialização e mobilização para provocar alterações nas estruturas opressivas, e contribuir para o desenvolvimento de estruturas alternativas e de condições que criem comunidades mais resilientes. Para isto, é necessário encarar o Craftivismo como uma ferramenta que alavanca estas alterações, associando-se a outras iniciativas, reforçando a sua acção, enquadrado numa estratégia mais ampla e objectiva.

Para ilustrar tudo isto (e as dúvidas e hesitações que suscita), dou exemplos mais ou menos concretos daquilo em que tenho andado a ruminar. Fico sempre na dúvida (até ver…) sobre qual a melhor forma de os concretizar e, inclusive, sobre se fazem ou não sentido.

1. Grupo/Projecto Querid@ Polític@

A ideia que está na sua génese: bordar lenços para oferecer a decisores políticos, com uma mensagem que apele ao seu sentido de bem comum, para que coloquem rivalidades políticas e interesses partidários de lado, trabalhem em conjunto e usem o poder que lhes foi confiado duma forma construtiva, que sirva a todos, e de que os seus filhos e netos se orgulhem. O tom da mensagem pretende ser familiar mas respeitoso.

Qual o sentido e a intenção? Um aspecto que vejo como sendo um dos grandes obstáculos à mudança real e efectiva, é o sentimento generalizado de desconfiança entre as pessoas, em si próprias e em relação umas às outras, e em especial entre o “comum cidadão” e a classe política.

Se queremos que as coisas sejam de alguma forma diferentes, temos nós próprios que assumir uma postura diferente. Este tipo de abordagem gentil e cooperativa, dialogante, quebra e contraria a barreira aparentemente intransponível entre os vários sectores de uma sociedade. Esta barreira acaba por ser causa e consequência duma atitude de desistência, descrença, resignação, por um lado, e de agressividade, cinismo e revolta por outro. Isto não ajuda ninguém. Mudar a forma como nos dirigimos a e encaramos aqueles que muitas vezes, e bem, consideramos os principais responsáveis pelos males do mundo, tem o potencial de mudar o registo, a forma como interagimos, desarmar o outro, e criar pontes onde antes havia muros, parafraseando a Sarah Corbett. Permite também responsabilizarmo-nos e recuperarmos algum sentido de poder pessoal e colectivo, colocando-nos ao mesmo nível, que é onde deveríamos sempre estar. Não nos podemos esquecer que a classe política é suposto ser nossa representante, e há que abandonar uma certa postura de subserviência em que por vezes caímos.

Quais os desafios e obstáculos? À primeira (e segunda) vista, bastantes. Esta ideia não é nova; resta saber até que ponto e de que forma se pode adaptar à nossa realidade. O projecto que a inspirou é o “Don’t Blow It Hanky” do Craftivist Collective, que tinha o objectivo de levar uma cadeia de retalho do Reino Unido a adoptar o Living Wage. Este projecto ampliou uma experiência anterior da Sarah Corbett, onde conseguiu quebrar barreiras e criar uma relação mais cooperativa e amigável com a sua representante no Parlamento britânico, quando lhe ofereceu um lenço bordado especialmente para si.

Ao contrário do que acontece no Reino Unido, em Portugal não existe uma cultura de qualquer proximidade e, portanto, de responsabilização e cooperação, entre representantes e representados (ao ponto dos representados não se sentirem representados de facto). Não existe a mesma facilidade em marcar reuniões para conhecer pessoalmente um deputado, por exemplo, ou para contactá-lo de alguma forma mais directa. Existe uma barreira real e palpável que alimenta o tal ambiente de descrença que referi antes, e a simples entrega de um lenço promete ser uma quimera. Mas não é impossível!

Tendo tudo isto em conta, é fácil imaginar que um dos grandes desafios aqui seja, logo à partida, reunir pessoas suficientes para participar de forma a que a acção tenha algum impacto. Não se adivinha fácil… Mas não é impossível!

Formas de potenciar a iniciativa? Não sei se já vos tinha dito antes, mas quero muito ouvir sugestões, opiniões, ideias, críticas, e que pensem em voz alta comigo sobre tudo isto, para perceber a melhor forma de o fazer. Uma das coisas que me ocorre para que tenha mais impacto e sentido, é associar a acção à discussão na Assembleia da República de algum tema relevante, de uma proposta de lei, p.ex., que se enquadre com os nossos objectivos. Para além dos lenços individuais a oferecer, poderia também criar-se algum objecto de maiores dimensões, realizado de forma colectiva, para dar visibilidade à acção e transmitir a intenção aos destinatários.

2. Consagração dos Direitos da Natureza

Uma das acções para as quais gostaria de contribuir, e que se podia associar à anterior, é a consagração dos direitos da Natureza na Constituição e na legislação.

Por mais simbólico e até meramente formal que possa parecer, acredito que é um passo fundamental para que ocorra uma mudança de paradigma no modo como olhamos o mundo e, consequentemente, no modo como nos relacionamos com a Natureza. Uma alteração deste calibre e a este nível dá-nos uma ferramenta valiosa para mudar mentalidades gradualmente, e também para defender e proteger o que nos sustenta e dá vida, e tem tanto direito à Vida quanto nós: a uma existência pacífica e próspera de acordo com a sua natureza, e com a Natureza que partilhamos e de que fazemos parte. Sob esta protecção, é possível agir com outro peso e impacto para reverter e impedir atentados ambientais (e portanto, humanos), como a poluição dos rios e do ar, a plantação de monoculturas, ou a destruição de habitats.

Com este propósito, está a decorrer uma petição online que não tem estado a reunir as assinaturas necessárias que merece, ao ritmo que é desejável. Tem o título “Reconhecimento dos Direitos Intrínsecos da Natureza e de Todos os Seres Vivos”, e encontram-na aqui. Convido-vos a ler, assinar e partilhar de toda a forma e feitio, e também a visitarem, gostarem e sugerirem a amigos a página de facebook que a promove. E convido-vos ainda, claro, a de seguida partilharem as vossas ideias e sugestões de estratégias para alavancar esta acção, e conseguirmos finalmente que a proposta seja discutida na Assembleia da República e seja levada a bom porto.

Numa segunda parte desta espécie de relatório do que foi o debate do Dialogue Café, vou procurar introduzir outros pontos para reflexão, tomando como ponto de partida os projectos que estiveram representados, e muito bem, e que deram um contributo fundamental para a discussão. Aquilo que estão a fazer e querem fazer, com as artes e ofícios como elo de ligação, é ao mesmo tempo interessante, importante e muito inspirador.

Até lá, deixo-vos as “portas” abertas para descobrirem estes projectos com gente dentro. Considerem-nas uma espécie de T.P.C. voluntário, não-coercivo, para refrescarem ideias e virem cheios de vontade de contribuir para o diálogo.

Sónia Domingos, Guerrilha Crochet Yarn Bomb Society – A Sónia partilhou a sua experiência em yarn bombing e os vários projectos que tem vindo a desenvolver nos últimos anos através do grupo que criou, com muito empenho pessoal, convicção e carolice, conseguindo mobilizar muita gente em Portugal e noutros países para abordar questões como os direitos das mulheres, a integração de refugiados e imigrantes, a transmissão de saber intergeracional, ou o bem-estar de crianças com cancro.

Maria da Conceição Pires, Hora d’Avó / Light Factory – Determinada em criar a sua marca slow fashion com uma forte componente ecológica e artesanal, acabou por desenvolver um modelo de negócio diferente onde as artes e os ofícios, o factor humano e o foco no tempo de qualidade, se sobrepõem ao lucro, à eficiência e à rapidez imposta pelo consumismo desenfreado. O trabalho de equipa que desenvolve com um grupo muito especial de costureiras a gozarem os seus anos dourados, dá frutos que vão muito para além dos cifrões, provando que é possível construir um negócio sustentável apostando na qualidade do produto final, e nas relações e potencialidades humanas. Visitem o website, o facebook e o instagram, e descubram toda a luz que a Maria e as suas Avós criam.

Teresa Carvalheira, Community Manager do movimento Fashion Revolution em Portugal – O movimento global Fashion Revolution trabalha pela transparência na indústria da moda e do vestuário, procurando dar visibilidade aos trabalhadores em toda a cadeia de produção. Nesse sentido, promove acções de sensibilização e consciencialização dos consumidores, e procura pressionar a própria indústria para adoptar estratégias e metodologias mais responsáveis e sustentáveis. A sua área de acção é múltipla e impossível de resumir aqui, por isso não deixem de visitar o website internacional, assim como o capítulo português no facebook e no instagram. (A primeira vez que me cruzei com a organização foi graças ao Craftivist Collective que desenvolveu os “Mini Fashion Statements” para apoiar o movimento. Se sentirem a vossa veia rebelde a tilintar, continua a ser possível praticar um pouco de “shopdropping”: para saberem como, espreitem aqui.)

Gugui Cebey, Artista Têxtil e CraftivistaAnd last but not least, a Gugui Cebey também participou directamente da Argentina. Já aqui partilhámos a entrevista que deu à Betsy Greer, e que é… imperdível. A sua primeira acção craftivista é de uma inspiração genial e enternecedora, e eu, que adoro origami, identifiquei-me muito com a intenção e a execução: 1.000 pequenos grous em origami, costurados à mão em tecido, e largados pelas ruas para serem apanhados por estranhos e fazê-los sorrir. Além de participar em outras acções craftivistas colectivas, a assinatura artística da Gugui passa pela utilização de tecidos descartados, que ganham nova vida e um valor acrescido através de peças ao mesmo tempo lindíssimas e com um toque de sarcasmo que não deixa ninguém indiferente. Duma forma esteticamente bonita – poderíamos dizer gentil, porque não agride, antes atrai, – faz uma crítica incisiva à sociedade de consumo, ao desperdício, e à cultura do descartável, levando-nos a reflectir e olhar para o mundo material com outros olhos e outro coração. Podem descobri-la no seu website, no instagram e no facebook.

E claro, não deixem de visitar o Dialogue Café, e descobrir todos os projectos que desenvolvem, através do seu website ou da página no facebook. Uma última palavra para agradecer à Dalia Sendra, não só pela forma como moderou a conversa mas também por me ter convidado e dado a oportunidade maravilhosa de estar presente. Muito (muito!) obrigada, Dalia!

Até breve!

Ana

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10 thoughts on “Divaganços sobre Craftivismo: reflexões e inspirações partilhadas @DialogueCafé

    • Muito obrigada eu, Maria. Tudo isto só faz sentido se mais pessoas se envolverem. Se tiveres alguma sugestão, algum pensamento que queiras partilhar, não hesites! 🙂

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  1. Olá Ana, os seus “divaganços” são mesmo longas divagações. Cheguei aqui através da Dahlia que sigo há algum tempo. Penso que me não perdi. A ideia é linda, vale a pena insistir e já há muito que há pessoas a executar algumas dessas ideias. Conhece a Alice Bernardo, aqui no Porto? Vale a pena conhecer o que tem feito/pesquisado ao longo dos últimos anos http://www.saberfazer.org/research/ Tem descoberto artesãos muito interessantes O trabalho dela é notável tanto sobre as lãs portuguesas, o linho, a seda, a tecelagem e a procura das raízes do saber/fazer. desde o cultivo do linho à tosquia da lã, da criação do bicho da seda aos produtos finais. Com tecelagem pelo meio e cultivo de plantas tintureiras.
    Há muito a pesquisar sem dispersar “o que” e “sobre o que” se vai pesquisando – tentando seguir uma metodologia. A Alice anda nisso há anos, vai ser uma caminhada lenta, sim, valerá a pena se for segura.
    Pela leitura que acabei de fazer parece-me que essa cabeça anda muito cheia e muito rápida. Como tem muita influência inglesa diria “keep calm, count to ten, do a deep breath, then action!”. Não me leve a mal este meu “divaganço”.
    Só mais uma coisa porquê “Craftivismo”? Mesmo não gostando do acordo ortográfico pode gostar-se da língua portuguesa, e percebe-se que a Ana escreve bem o português. As palavras também são importantes – não se poderá juntar ofícios & arte & ativismo? Os criativos da língua onde andam? “artivismo”? assim como não gosto de empoderamento (feminino), que entrou recentemente nos nossos dicionários devido ao “empowerment” e temos palavras como: autoridade/capacitação, poder, força, energia feminina – desculpe-me o atrevimento e o tempo que lhe roubei. E eu gosto da língua inglesa 🙂
    Um abraço amigo da méri

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    • Antes de mais, não tem nada que pedir desculpa, Méri! Adoro divaganços e quem me dera a mim que mais gente tivesse o “atrevimento” de me puxar as orelhas, ainda por cima de forma tão gentil.

      Sou a primeira a reconhecer a minha tendência para me dispersar (conto até 10 muitas vezes, mas já sei que não é bem defeito… é mais feitio; esforço-me por geri-lo e torná-lo consequente 😊). Por este motivo também é que respiro fundo e despejo. Ajuda-me a assentar ideias e fico na expectativa de que mais pessoas se juntem e pensem comigo.

      Sobre a Alice Bernardo e o Saber Fazer, conheço e tento acompanhar há já algum tempo. O trabalho que ela faz é fantástico e muito inspirador, assim como o da Rosa Pomar.

      Quanto aos termos que refere, tem toda a razão. Aqui optei por aportuguesar o “craftivism” por uma questão prática. O inglês tem uma elasticidade e capacidade de síntese que dá outra liberdade e largura aos conceitos, e não me sinto com autoridade e confiança para adoptar um termo em português que seja satisfatório. De qualquer forma, acho que é uma discussão que deve ser feita (e sim, que entrem em cena os criativos da língua!), e que por si só pode ser muito proveitosa por nos permitir reflectir não só sobre “craftivismo”, mas também sobre “crafts” e “arts&crafts”.

      Quanto ao “empoderamento”, também me faz confusão e foi preguiça, neste caso. Falhou-me a palavra que queria (“capacitação” neste caso; noutros seria mais “emancipação”, talvez), e às vezes acabo por ficar presa à terminologia que se ouve e que leio, porque é muito frequente ler “empowerment”. Sobre “craftivismo”, a graaande maioria das coisas que tenho lido são em inglês, e depois dá nisto. Até fico envergonhada por me chamar a atenção, porque sou uma chata com estas coisas. Adoro línguas, e tento ter o maior respeito por cada uma na forma como as uso e escrevo. Work in progress… always… 😉

      Dito tudo isto, sinta-se sempre muito bem-vinda para divagar, opinar e puxar orelhas! E as minhas desculpas por responder com mais um lençol! 😊

      Um abraço amigo de volta, Méri. ♡

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  2. Pingback: Cenas & Coisas dos Outros – Mais quatro Sugestões de Natal – Amarelo Torrado

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